Elvis não morreu

0
1118

Essa frase não é apenas o nome de um filme do cantor. Na verdade, muitos acreditam que realmente ele não morreu, apenas se retirou do mundo artístico e vive escondido numa ilha. Outros vão comemorar os 30 anos de morte do cantor em agosto, dia 16. O certo é que Elvis realmente não morreu na memória de ninguém. A voz, o estilo, a carinha bonita formaram um conjunto de beleza única, que foi arrebatando fãs ao longo dos anos de 1950 até agora. Mesmo os jovens de hoje se rendem às suas músicas. Em São Paulo existem dois conjuntos que só tocam Elvis, inclusive com covers dele. Um desses conjuntos é da região: Elvis Back é o nome dele e o vocalista é o Adam, que adotou o sobrenome artístico de Presley.
Esse garoto de 17 anos se encantou com Elvis aos 6 anos, ouvindo uma canção não tão famosa assim do cantor, “Such a Night”, um clássico dos The Drifters da década de 1950. “Descobri Elvis sozinho na casa do meu tio. Ouvi um CD e nunca mais parei”, conta. Naquela época ele dublava as músicas, hoje, canta mesmo e faz curso de inglês para melhorar a dicção, a performance e saber o que está falando.
Mas Adam e sua banda não se limitam a imitar o cantor: eles têm estilo próprio, sem descaracterizar as músicas. “Mudamos um pouco os arranjos para deixar mais atual, mas de forma que não desagrade os mais velhos. Nós pensamos que, se ele estivesse vivo, não cantaria do mesmo jeito, então modernizamos algumas músicas”.
Elvis nasceu dia 8 de janeiro de 1935, no Mississipi (EUA), e morreu em 16 de agosto de 1977, em Memphis, onde vivia desde 1948 e por isso é considerada a cidade dele. “Planejo ir para lá agora em agosto”, revela Adam. Elvis é considerado o Rei do Rock e por causa dos seus rebolados quando dançava também leva o apelido de Elvis the Pelvis.
“Procuramos passar, durante o show, o sentimento que havia do Elvis em relação às músicas e às pessoas. Não seguimos a filosofia de que sou Elvis e sou estrela”, explica Adam, que já tem shows agendados, em julho, na Vila Madalena e, em agosto, no Bar Brahma. “E ainda fazemos shows beneficentes”, diz ele.

SEM COMENTÁRIOS

DEIXE UMA RESPOSTA