Ioga para babies

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Luciana e seus alunos

Não há nada mais mágico do que a ligação entre mães e seus filhos. Esse relacionamento começa logo cedo, assim que os pequenos são gerados. Mas, por conta de dúvidas e medos muitas mulheres acabam deixando que esse vínculo deixe de ser tão especial. Mas a Baby Ioga pode ajudá-las.As aulas de Baby Ioga são feitas sempre em duplas. Os exercícios estimulam mães e bebês. “O importante da atividade é sempre manter vínculo através do toque”, conta Juliana Tonzar, fisioterapeuta e empresária a frente da Quero Mimo, que está há  6 anos na região. Os movimentos feitos no curso são ligados a alongamento, a flexibilidade, o equilíbrio e a força. A questão emocional também é trabalhada. “Antes de finalizarmos, fazemos um relaxamento o qual mentalizamos boas vibrações. Focalizamos nas novas responsabilidades e transformações que acontecem com a mulher nessa fase”, diz.As mães que fazem Baby Ioga logo percebem os resultados. Os bebês ficam mais tranquilos e seguros. “Na atividade, o desenvolvimento neuromotor é estimulado. Dessa forma, os pequeninos começam a ganhar percepção de seu corpo”, explica Juliana.Aliás, a aula é perfeita para mulheres que sofrem com a depressão pós parto. Segundo Juliana, as mulheres que sofrem com a doença são muito ativas e independentes e após o nascimento de seu filho, se vêem presas ao seu lar, totalmente dependentes de seus bebês, vinculadas a uma rotina que sempre se repete. “Quando vão às aulas, elas saem de casa, têm uma desculpa para se arrumarem, trocarem experiências com as outras colegas de turma, possuem um momento agradável com o seu pequenino e além de tudo estão praticando uma atividade física”, elucida.Todas as mães podem praticar Baby Ioga com seus bebês. A ideia é que eles comecem a fazer os movimentos após o primeiro mês de vida. “Consideramos esta 1a fase como um período de adaptação para ambos, que precisam de uma rotina”, conta. Por outro lado, Juliana também percebeu que os pequenos conseguem fazer da melhor forma a praticar até completarem mais ou menos 1 ano. “Neste período, inicia uma outra fase, onde as crianças começam a engatinhar, andar e ter novas descobertas. Querem explorar o ambiente, manter contato com os outros bebês. Fica muito mais difícil mantê-los concentrados nos exercícios”, finaliza.

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